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<title>Feeds - Desabafo de Mãe</title>
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<description>Desabafo de Mãe - Portal colaborativo feito por mães para mães</description>
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<webMaster>redacao@desabafodemae.com.br</webMaster>
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<category>Desabafos</category><title>Ser feliz no paraíso</title>
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<description>Filho dá trabalho? Segundo Júlia, não. Foi pensando na resposta que deu à sua amiga que ela decidiu escrever esse desabafo</description>
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<category>Notícias</category><title>Palestra de graça sobre Transtorno de Humor</title>
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<category>Notícias</category><title>Venda do antiinflamatório Prexige está suspensa</title>
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<category>Notícias</category><title>Parto normal é estimulado pelo governo</title>
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<category>Desabafos</category><title>No mundo do faz de conta</title>
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<description>A magia do Sítio do Picapau passa de geração para geração. Como mãe de duas crianças, não poderia deixar de passar essa herança cultural aos meus filhos</description>
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<category>Artigos</category><title>O Sono no Espelho</title>
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<description>O psicólogo Carlos Messa também faz uma reflexão sobre o sono do bebê e a dificuldade que alguns têm para dormir. Na sua opinião, vida do bebê é pertinente à vida dos pais e, consequentemente, o sono do bebê pode estar espelhando essa pertinência</description>
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<category>Desabafos</category><title>Inclusão: o que eu tenho a ver com isso?</title>
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<description>Andrea Tikhomiroff não tem filhos, primos ou parentes com Down, mas mesmo assim luta pela inclusão social de crianças e adultos especiais</description>
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<category>Reportagens</category><title>Férias num lugar romântico e com crianças</title>
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<description>Hotéis de Monte Verde preparam-se para receber famílias</description>
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<category>Desabafos</category><title>Dicas para um sono tranquilo</title>
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<description>Evitar lugares movimentados e cochilos antes da hora de dormir! Essas são as dicas de Simone, que participa da Promoção Nana, Nenê</description>
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<category>Desabafos</category><title>João e o Pé de Feijão</title>
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<description>A peça, que encanta pela forma que foi montada (dinâmica, colorida e com uso de técnicas circenses), está de volta no Sesc Ipiranga até dia 03 de agosto</description>
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<category>Notícias</category><title>Férias repleta de brinquedos no Shopping</title>
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<category>Notícias</category><title>Dinheiro é tema de livro infantil</title>
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<category>Desabafos</category><title>Ritual do Sono - Promoção Nana, Nenê</title>
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<description>Ellen compartilha conosco o ritual do sono que usou para fazer a filha Giselle dormir. &quot;Não tenho do que reclamar, ela dorme bem a noite inteira&quot;</description>
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<category>Notícias</category><title>Festival de Brincadeiras Chinesas é tema de férias</title>
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<category>Notícias</category><title>Seminário abordará reabilitação e cadeira de rodas</title>
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<category>Desabafos</category><title>A importância da rotina no sono do seu filho</title>
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<description>Estabelecer uma rotina é fundamental para garantir uma boa noite a seu filho. Você também acha isso?</description>
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<category>Desabafos</category><title>Minha filha não dorme...</title>
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<description>Fernanda conta que sua filha, de 45 dias, não consegue dormir profundamente e acorda o tempo todo</description>
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<category>Reportagens</category><title>Entenda o porquê seu bebê não dorme</title>
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<description>Razões pelas quais alguns bebês não dormem</description>
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<category>Desabafos</category><title>Meu filho é especial</title>
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<description>Angel conta como seu filho, a cada dia, a surpreende com seu desenvolvimento. Também fala como aprendeu a lidar com sua condição especial</description>
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<category>Desabafos</category><title>Será que cortaram mesmo o cordão umbilical?</title>
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<description>Nossa leitora desabafa sobre a dificuldade de uma mãe que precisa voltar ao trabalho e deixar seu bebezinho</description>
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<category>Notícias</category><title>Hora da Criança traz diversão e histórias </title>
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<category>Notícias</category><title>Livro mostra figura paterna como proteção</title>
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<category>Notícias</category><title>&quot;Como conviver com a alergia?&quot; é tema de palestra </title>
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<category>Notícias</category><title>Memória é tema de palestra de graça na Livraria Sobrado</title>
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<category>Notícias</category><title>Candidatos à Prefeitura no Movimento Nossa São Paulo. Participe!</title>
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<category>Notícias</category><title>Comprando carrinho? Chicco tem modelo novo</title>
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<category>Reportagens</category><title>Ritual do sono não dá certo comigo. Porquê?</title>
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<category>Desabafos</category><title>Minha receita de papinha</title>
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<description>Lele compartilha conosco a receita favorita de sua filha, que já sabe qual é seu ingrediente favorito: pêra!</description>
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<category>Reportagens</category><title>Meu bebê não dorme. O que devo fazer?</title>
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<description>Como montar o ritual certo para sono do bebê</description>
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<category>Respostas</category><title>Tenho uma filha de 2 anos e seis meses que pouco fala, só diz da e mae.  A pediatra diz que o atraso é porque moramos em outro país (Espanha), meu marido ser português  e ela escutar eu falar português do Brasil ; ou seja ela escuta dois tipos de português  mais o castellano o que faz com que ela entenda tudo e demore mais a falar. Estou preocupada. A pediatra diz que é normal até os três anos, podem tirar esta dúvida?</title>
<link>http://www.desabafodemae.com.br/home.php?acao=perguntas&amp;subact=filtrar&amp;cod=199&amp;filtraass=Sa%FAde</link>
<description>O desenvolvimento da criança inicia-se a partir da gestação... as estimulações durante esse período são comprovadas por estudos. Quanto ao desenvolvimento da fala não é a convivência com várias línguas a causa desse retardo (normalmente não), certifique-se de que você dá a sua filha oportunidade de se expressar... ou se vc simplemente "adivinha" o que ela quer e simplesmente se antecipa e acaba falando antes dela... encoraje a sua filha a ser expressar se ela aponta para o objeto pergunte o que ela aponta ( no início serão apenas palavras frase) ou o que ela quer. Após algum tempo se ela não se expressar diga o nome e apresente o objeto enfatizando o nome. A criança não deve ser reprimida se trocar as letras ou produzir apenas parte da palavra. Repita sempre com calma  a palavra toda, reforce positivamente todas às vezes que ela se expressar. O fato de conviverem não é motivo para que não fale, mas obviamente ela irá se expressar com as palavras q forem de mais fácil produção a ela.</description>
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<category>Respostas</category><title>Tenho uma filha de 7 anos, mas nunca morei junto com seu pai. Namoramos um ano, engravidei e terminamos o namoro quando ela tinha 2 anos. Ele foi um excelente pai quando estávamos juntos, depois nunca mais teve muito interesse na filha. Paga uma pensão bem fraca,mas não reclamo. Só gostaria que ele desse mais amor e atenção a nossa filha.
Há um mês, percebi que ela está diminuindo a sua letra e pediu para comprar uma mamadeira. Será que isso tem alguma relação com a ausência do pai?</title>
<link>http://www.desabafodemae.com.br/home.php?acao=perguntas&amp;subact=filtrar&amp;cod=196&amp;filtraass=Psicologia</link>
<description>Um criança sente sim a falta do pai e da mãe. Há o estímulo social e, no caso da sua filha, alguma recordação. Pela sua descrição, no entanto, não há nada que indique que essas ocorrências tenham alguma ligação com a ausência do pai. É preciso saber mais sobre o que está acontecendo com ela. Escola? Amigas com pais separando? Pais que vão buscar as filhas? Uma tia que teve um bebê? Você mais ausente? Há uma infinidade de possibilidades.
Apesar de não descrever indicadores ligando a questão ao pai, você o cita como possível causa; por quê? Você teve outras relações? Namoros?
Você disse que "não reclama" mas ainda espera coisas dele. Pela sua descrição é pouco provável que sua expectativa se realize. É importante que você se organize  em função do futuro e não tenha maiores expectativas sobre o passado, a não ser, naturalmente, uma revisão do valor da pensão, se houver amparo legal.
Sua filha sim precisa de apoio, mas não posso ajudá-la com os dados informados. Procure a orientação de um psicólogo.</description>
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<category>Respostas</category><title>Me separei do pai da minha filha, pois achava que estava decidida. Só percebi que ainda poderíamos tentar algo quando fiquei sabendo que ele já estava se interessando por outra mulher. Para variar, mais jovem, mais bonita. Perguntei se havia alguma chance dele voltar para casa e tentarmos novamente ser uma família. A resposta: "é mais fácil eu terminar meu namoro que voltar pra casa." E agora? Como administro essa sensação de impotência, de fracasso diante do fim do casamento?</title>
<link>http://www.desabafodemae.com.br/home.php?acao=perguntas&amp;subact=filtrar&amp;cod=202&amp;filtraass=Psicologia</link>
<description>Antes da lei do divórcio (1974!) e pior ainda antes de existir o desquite, a vida da mulher separada era muito difícil e a vida do homem casado podia ser insuportável. A mulher separada (e com filhos) tinha raríssimas chances de reconstruir uma família; o homem casado carregava uma carga de responsabilidade (financeira) pesada e podia vivenciar a família (se é que tinha sensibilidade para isso) apenas aos domingos (o trabalho era de segunda a sábado nessa época).
Se isso nos parece hoje inaceitável, havia algo positivo que era a pressão para "pesar" muito bem os motivos antes de tomar a decisão de separar-se. Com isso havia mais chances de adaptação e acomodação. Naturalmente havia o outro lado dessa moeda - os abusos e sofrimentos injustificáveis.
Conquistamos a liberdade de não mais conviver com quem não atende nossas necessidades e isso tornou a palavra "acomodação" como sendo apenas negativa - algo que devemos evitar. Precisamos considerar, no entanto, dois pontos importantes: Se casamos, gostávamos do outro; se nos separamos, tínhamos motivos para não estar juntos. Se gostávamos, não seria possível "trabalhar" os motivos que apontavam para a separação? Essa é uma "acomodação" possível e positiva (e não significa apenas tolerar a vida em comum).
Somos capazes de "amar" novamente; somos capazes de encontrar alguém "melhor" (mais jovem e mais "bonita"), mas essa é a melhor alternativa para uma união já iniciada (e que já frutificou)?
Recebi um contato de um rapaz que queria urgentemente marcar o início da terapia de casal. Tinha um filho de menos de um ano e o "início" não foi marcado porque a esposa não queria sequer pensar em uma continuidade da relação. Acontecem muitas coisas durante o casamento - erros, acomodação (negativa), crescimento de apenas um, distanciamento afetivo, sentimento de limitação e, se não há a determinação para a manutenção da união, o mais fácil e começar uma nova. Sempre nos esquecemos, no entanto, que carregaremos para a "nova", nós mesmos - nossos medos, inseguranças, egocentrismos, anseios, limitações e o mais provável é que refaçamos na "nova" relação, a mesma paisagem da antiga. É fácil sair de uma união; é fácil iniciar uma nova união; o difícil é fazê-la diferente da anterior.
É ótima a sua clareza sobre "achar que estava decidida" e depois "perceber que ainda poderia tentar algo". É assim que somos - nunca totalmente coerentes e sempre capazes de "voltar atrás"; precisaríamos ter isso em mente antes de grandes decisões.
A resposta dele, conforme você escreveu, me pareceu muito positiva pois para ele, terminar o namoro não é algo tão difícil, logo a possibilidade não é remota. "Voltar" é difícil? Sim e quanto!
A sensação de impotência e fracasso acho que não deve ser administrada e sim melhor entendida. A psicoterapia pode ajudá-la a superar essa fase e preparar-se para o início de uma nova relação, com o pai de sua filha ou outra pessoa. Caso ele também sinta que se uniu a você porque a amava, a terapia de casal pode tornar a comunicação entre vocês mais construtiva (e eficaz).</description>
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<category>Respostas</category><title>Minha filha tem 2 anos e só é desobediente às vezes, mas quando fica com meus pais ela é muito paparicada , por isso prefere ficar na casa dos avós. Até entendo porque em casa colocamos alguma regras que ela precisa cumprir. Com meus pais não há regras, só mimos. Há alguns dias, ela tem ficado agressiva comigo quando meus pais a deixam em casa. Chegou a me dar um tapa, grita deita no chão. É um horror. Eu procuro ser firme e a coloco de castigo e quando esta calma a chamo para conversar. Meu marido quer proibi-la de dormir com meus pais, o que ocorre no maximo três vezes ao mês. Mas eles a vêem com frequência, às vezes 3 vezes na semana ou mais e ficam algumas horas em companhia dela. Acho que não está certo simplesmente não deixa-la sair ou dormir na casa deles. Acho que ela precisa entender que existe hora pra tudo. Mas não sei se estou agindo certo. Será que devo mantê-la um pouco distante dos avós?</title>
<link>http://www.desabafodemae.com.br/home.php?acao=perguntas&amp;subact=filtrar&amp;cod=195&amp;filtraass=Psicologia</link>
<description>Ela ainda é muito pequena para entender bem que existe hora para tudo... Criança pequena em geral precisa de coerência nas regras e na rotina, para adquirir clareza sobre o que pode e o que não pode, quando pode e quando não pode.
Por outro lado, parece-me que o problema da sua filha passa por outra questão. Uma questão sua. O tom do seu texto me deu a impressão de que você pode estar realizando, inconscientemente, alguns desejos infantis seus através da sua filha, dos mimos e das "licenças" que ela recebe quando está com os avós. Parece que você sente prazer com o deleite "desregrado" de sua menina e que ela pressente o que vai no seu inconsciente. Conseqüentemente, suas reprimendas não surtem o efeito que você esperava, pois o seu sentimento não condiz com sua atitude. Você a desaprova em palavras, mas seu coração aprova o que ela vive, e ela percebe isso. Se seu sentimento realmente combinasse com sua atitude, o mais provável é que sua filha acabaria entendendo que com os avós pode, mas com os pais, não. Mas para isso ela precisa de tempo, e enquanto isso você talvez pudesse fazer um psicoterapia para ajudá-la a lidar com as próprias questões infantis mal-resolvidas.</description>
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<category>Respostas</category><title>Sou madrasta de um menino de 9 anos. Ele mora comigo e meu marido e a mãe raramente vai visitá-lo. Minha sogra diz que mãe é insubstituível e que ele é uma criança que sofre muito com isso. Ainda faz xixi na cama (de vez em quando) e é muito sentimental. Essas coisas têm ligação com o fato da mãe estar ausente? Da última vez que voltou da casa da mãe (passou o fim de semana lá) disse que não queria mais ir por que a irmã (de 3 anos)implica muito com ele e a mãe só quer saber de igreja. O que eu faço? Como converso com ele sobre isso? Que palavras eu uso com uma criança de 9 anos? Temos uma relação muito boa. Eu o considero como um filho e ele me considera uma mãe, mas ainda acho que sente falta da mãe biológica.</title>
<link>http://www.desabafodemae.com.br/home.php?acao=perguntas&amp;subact=filtrar&amp;cod=198&amp;filtraass=Psicologia</link>
<description>Não tenho como saber se seu enteado sente falta da mãe biológica ou não, mas uma coisa é certa: criança de 9 anos que ainda faz xixi na cama, mesmo que esporadicamente, precisaria passar por uma avaliação psicológica. Isso não quer dizer que eu pense que a razão por trás da enurese noturna de seu enteado seja a falta da mãe. O que eu vejo é que a enurese dele é um pedido de socorro, de ajuda, que precisa ser atendido.

Mãe biológica pode até ser insubstituível, mas não é imprescindível. O amor de que uma criança precisa para crescer saudável pode vir de qualquer pessoa relevante para ela. Cada caso é um caso, e precisa ser analisado individualmente.  
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<category>Desabafos</category><title>Vista a camisa do EducaCamp!</title>
<link>http://www.desabafodemae.com.br/home.php?acao=desabafos&amp;subact=desabafo&amp;cod=425</link>
<description>O Desabafo de Mãe participa da campanha do EducaCamp que sorteia duas camisetas em diferentes canais para diferentes concursos culturais</description>
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<category>Notícias</category><title>Pulseira da Atitude é símbolo da luta contra a violência doméstica</title>
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<category>Desabafos</category><title>Chegou a hora: papinhas!</title>
<link>http://www.desabafodemae.com.br/home.php?acao=desabafos&amp;subact=desabafo&amp;cod=424</link>
<description>Depois de alguns meses com a praticidade do leite materno, chegou a hora das papinhas! Leia o desabafo de Lele Sordili</description>
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<category>Desabafos</category><title>Hora do Sono</title>
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<description>Roseli Mello, que participou do evento Hora do Sono, promovido pela Johnson, se oferece para responder perguntas referentes ao tema</description>
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<category>Desabafos</category><title>Quando cocô vira drama e tema de post! </title>
<link>http://www.desabafodemae.com.br/home.php?acao=desabafos&amp;subact=desabafo&amp;cod=422</link>
<description>Divirta-se com o relato de uma mãe de primeira viagem e os exageros em relação ao cuidado da saúde do filho</description>
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<category>Notícias</category><title>Curitiba terá Seminário 18 anos do Estatuto da Criança e do Adolescente</title>
<link>http://www.desabafodemae.com.br/home.php?acao=reportagens&amp;subact=reportagem&amp;noticia=true&amp;cod=230</link>
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